Os tremores, de magnitudes 7,5 e 7,2, atingiram a região norte do país, onde fica Caracas, provocando desabamentos, destruição em diversas cidades e sendo considerados os mais fortes registrados na Venezuela em mais de 100 anos.
O novo balanço foi apresentado pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez. As autoridades ressaltam que os números ainda são provisórios, enquanto a Organização das Nações Unidas (ONU) e o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) avaliam que o total de vítimas pode ser significativamente maior devido à intensidade dos sismos e aos danos causados.
A ONU também estima que mais de 50 mil pessoas continuam desaparecidas. Segundo o governo venezuelano, cerca de 250 edifícios desabaram ou sofreram danos estruturais, e equipes de resgate seguem trabalhando para localizar sobreviventes entre os escombros.
A presidente interina, Delcy Rodríguez, determinou a militarização do estado de La Guaira, uma das regiões mais afetadas e incluída na zona de desastre decretada pelo governo. Enquanto isso, equipes de ajuda humanitária enviadas por países como Brasil e Estados Unidos já começaram a atuar nas áreas atingidas.
Do Metro1
Foto: Agência Efe/Folhapress


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