Entre os estados em situação de risco está a Bahia, que, junto com Acre, Tocantins e Pernambuco, pode enfrentar agravamento do cenário. Os casos mais preocupantes foram registrados em Mato Grosso e Maranhão.
Apesar do quadro, a tendência nacional é de estabilidade no longo prazo, com sinais de interrupção do crescimento e até queda em algumas regiões. Segundo o levantamento, a maioria das infecções tem sido causada por influenza A e rinovírus, responsáveis por mais de 70% dos diagnósticos positivos recentes.
A síndrome respiratória aguda grave (SRAG) ocorre quando sintomas gripais evoluem para quadros mais severos, com dificuldade respiratória e necessidade de internação. Entre os vírus associados, influenza A, influenza B e Covid-19 podem ser prevenidos por vacinas disponíveis no SUS.
O Brasil já registrou 31.768 casos de SRAG em 2026, com cerca de 13 mil confirmações laboratoriais para vírus respiratórios. Ao todo, foram contabilizadas 1.621 mortes, sendo a Covid-19 responsável por 33,5% dos óbitos, seguida por influenza A e rinovírus.
A pesquisadora Tatiana Portella reforça a importância da vacinação como principal forma de evitar casos graves e mortes. “Também recomendamos que pessoas com sintomas de gripe ou resfriado permaneçam em casa em isolamento. Caso isso não seja possível, o ideal é sair usando uma boa máscara”, afirmou.
A Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe está em andamento, com prioridade para crianças, idosos e gestantes, considerados mais vulneráveis a complicações.
Do Metro1
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil


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