A exigência está prevista na Lei Geral do Esporte, que entra em vigor nesta data e impactará diretamente a rotina do torcedor em jogos pelo país. A identificação ocorrerá diretamente nas catracas dos estádios, onde câmeras farão o reconhecimento em tempo real. O processo promete agilizar o fluxo de entrada, reduzir filas e aumentar a segurança nas partidas. Estima-se que o custo total de operação, incluindo montagem das catracas e manutenção, varie entre R$ 4 milhões e R$ 9 milhões, a depender do tamanho de cada estádio.
Alguns clubes já adotam essa tecnologia há alguns anos, caso do Goiás, que foi o pioneiro a utilizar no estádio Hailé Pinheiro, em 2022, seguido pelo Palmeiras, no Allianz Parque, em 2023. Para utilizar o sistema, o torcedor deve realizar o cadastro facial previamente em seu celular, utilizando a câmera frontal. No dia do jogo, basta se posicionar em frente à catraca para liberação da entrada.
Do Metro1
Foto: Divulgação/ECV/Felipe Oliveira/ECB



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